Liberta a "prostituta" que há em ti.
Depois, com os dias a passar, tomei consciência que, provavelmente, tinha encontrado a chave para a felicidade afinal só tenho que “libertar” a prostituta que há dentro de mim.
Reparem se não é verdade. No dia que nós - seres humanos ditos inteligentes - pensarmos que só fazemos o que fazemos por dinheiro, sim pelo belo do pilim, seremos muito mais felizes. Qual realização pessoal, qual realização profissional qual merda? Missão? Empenho?
Eu ando cá pelo dinheiro e só tenho que meter isto naquela parte do corpo que se situa exactamente em cima do pescoço. No dia que eu conseguir pôr em prática esta ideia -“Desperta a prostituta que há em ti”- talvez seja mesmo mais feliz. Afinal trabalho dentro de casa, não apanho chuva nem sol, os riscos profissionais são um bocadinho mais reduzidos e só prostituo-o a alma, não o corpo (apesar de às vezes sentir que me estão a ir ao traseiro e tenho que continuar na “pose”).
Tenho pena de aos 32 anos pensar assim mas adiantará pensar de outra maneira?
Até outro dia….

